26/02/2020 às 09h56min - Atualizada em 26/02/2020 às 09h56min

Dia de corda na Barra

ANA GUEDES - ANA GUEDES
Um dia de cordeiro na Barra. Um dia não. Cinco dias de Carnaval segurando a corda do bloco Nana. Essa foi a rotina de Marcia Souza Palmeira, 36 anos, moradora da Boca do Rio. A maratona, de mais de 11 horas na avenida, começou na quinta e só terminou na terça.
Marcia rezou, este ano, para sair atrás do “gigante”.  Ela é fã de Léo Santana, mas já foi cordeira de Claudinha Leite, Tatau do Araketu, Durval Lelis, de Chiclete do tempo que Bell Marques era vocalista e de tantos outros artistas da Axé Music. A primeira corda é dificil  esquecer. Ela lembra com carinho, até hoje, do primeiro bloco: o Eva.
Todos os dias Marcia chegou, as 11 horas, no circuito Dodô, embora o bloco só saiu depois das 16 horas. Sempre na companhia de seus familiares, que também são cordeiros do Nana. Só ficou faltando o irmão Fernando, que preferiu segurar as cordas do bloco do Chiclete.
Ao mesmo tempo que trabalhou, Marcia se divertiu, no lado direito do Nana, junto da irmã Marcela e do compadre Joselito. Ela revelou com propriedade: “só vai quem guenta”.
Ganhou R$ 55 reais por dia, que vai ser empregado na reforma do seu banheiro. Em 2021, ela garantiu que estará no circuito Barra-Ondina. Torço para encontrá-la.
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