28/04/2021 às 15h34min - Atualizada em 29/04/2021 às 00h00min

Conselhos contra as armadilhas que atacam a autoestima

Grupos terapêuticos e redes sociais têm sido usados para oferecer assistência para mulheres sobre questões cruciais como amor, relacionamentos e autoestima.

SALA DA NOTÍCIA Redação
Problemas de convivência tem se somado a onipresença das novas tecnologias para minar a autoestima de muitas mulheres. O desgaste de relacionamentos, as frustrações na vida cotidiana e a pressão social são fatores que têm pesado cada vez mais na saúde mental feminina.

Conforme essas situações podem acarretar doenças como depressão e ansiedade, muitas vezes é o momento de reavaliar a vida e buscar ajuda. Mas a boa notícia é que é menos a condição e mais a situação que pode estar influenciando no seu bem-estar. 

“No geral a rotina é uma coisa boa, no sentido de ter uma organização e segurança naquilo que se faz, mas tratando-se de relacionamentos é importante estar inovando e sempre estar aberto a uma escuta do que outro tem a dizer”, analisa a psicóloga Isabela Sintique que lida com autoestima feminina, trabalhando com ênfase nos problemas atuais.

Com o imperativo “ame-se” posto logo no início de sua descrição do perfil @psiisasintique, Isabela tem usado o Instagram como meio de ajudar mulheres a encararem problemas de autoestima. Um recurso necessário conforme as redes sociais têm sido cada vez mais presentes no cotidiano. Algo que influencia inclusive na saúde mental. 

Psicóloga Isabela Sintique (foto/divulgação)
 
“Se eu tenho uma autoestima bacana, não importa o que eu faça ou onde esteja, o meu conceito sobre mim já é formado, agora quando busco um recurso da Internet com intuito de promover minha autoestima, isso significa que provavelmente ela está em perigo”, percebe Isabela sobre a influencia da internet sobre o psicológico das mulheres.

Mas as redes sociais são só um acessório para trabalhar essas questões. Seções de conversa e grupos terapêuticos continuam essenciais para trabalhar problemas de autoestima. Os grupos são essenciais para “entender em que momento da vida houve uma perca dessa estima de si. É trabalhar a auto valorização, entender que o amor verdadeiro que buscamos é o nosso amor próprio” aponta Isabela que através da internet realiza consultas com mulheres em todo o Brasil.

Dentre esses grupos merecem destaque aqueles que lidam com mulheres carentes e em situação de pobreza. Organizações como a “Mulheres em Ação” têm feito esse trabalho de assistência psicológica para tratar a autoestima das mulheres nessa situação.

 Em breve o grupo realizará seu primeiro encontro presencial com treinamento funcional, ao ar livre, marcado para acontecer na Praça do Pilar, em Duque de Caxias – Baixada Fluminense do Rio -  no dia 1 de Maio às 7h da manhã.



Mais informações: 21 99986-8851 / 97106-2016



 
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