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06/05/2021 às 17h47min - Atualizada em 07/05/2021 às 00h00min

Brechós se reinventam no comércio eletrônico

Elizeu Barroso Alves (*)

SALA DA NOTÍCIA NQM
http://www.uninter.com
Divulgação
Os brechós como lojas físicas também foram atingidos severamente pela pandemia do coronavírus, principalmente por conta do lockdown e das restrições de circulação e comércio em diversas cidades, bem como a preocupação com a higienização de seus produtos. Foi então que muitos deles precisaram migrar para o digital, principalmente fazendo uso de redes sociais, e a partir dessa adaptação conseguiram sobreviver. 

Segundo o relatório Webshoppers 43, levantamento de uma parceria entre EbitNielsen e Bexs Banco, todos os seguimentos de vendas online tiveram um aumento de 41% em 2020 (no período da pandemia), sobre o ano anterior. E o mesmo vale também para as vendas dos brechós que migraram para o comércio eletrônico. Esse passo de adequação passou a exigir que os proprietários desse tipo de empreendimento tornem-se verdadeiros curadores. Eles passam a divulgar como compram seus produtos, sua preocupação com a higienização, as descrições e medidas dos produtos, a divulgação das fotos em sites próprios ou redes sociais, entre outras atividades. 

Com o advento do uso de redes sociais, e o amplo desenvolvimento logístico de entregas no Brasil, brechós podem deixar de ter sua atuação local para ter uma atuação regional, nacional e, porque não, até mesmo global. E tanto para compra quanto para a venda de roupas. Já está em andamento a mudança na mente dos consumidores de que comprar em um brechó significa comprar uma roupa por um preço muito baixo. Afinal, nesse modelo de negócio com consumo consciente a roupa é nova para os compradores.  

Não se deve misturar o conceito de brechó – com todo o seu trato de roupas e acessórios – com os bazares. Há, inclusive, brechós especializados em roupas de grife, e em marcas raras. Os proprietários desse tipo de negócio devem buscar se especializar na venda digital, especialmente na apresentação de seus produtos online, com correta definição do seu público-alvo. Uma vez na internet, é um mercado em ascensão. 
 
(*) Elizeu Barroso Alves é mestre e doutor em Administração. É coordenador de CST Gestão Comercial e Varejo Digital do Grupo Educacional UNINTER, membro do grupo de pesquisa 'Práticas de Gestão em Contexto Organizacional' (PEGO-UNINTER), membro do Comitê de Governança Ecossistema de Inovação de Curitiba e RMC, e membro da Comunidade Inovadores & Inquietos 
 
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