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19/05/2021 às 14h35min - Atualizada em 19/05/2021 às 17h20min

Estudantes exercitam a capacidade crítica e diplomática durante a 20ª edição do Sigma-Múndi

Abertura do evento contará a com a participação do ex-Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Néfi Cordeiro

DINO

O mercado de trabalho foi extremamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. Assim, especialistas acreditam que certas habilidades que já eram requisito, passarão a ser ainda mais necessárias. A capacidade de se comunicar, de trabalhar em equipe e de ser transparente estão entre elas. Considerando esse contexto, sempre com o objetivo de oferecer a melhor formação acadêmica e pessoal para os alunos, o Colégio Sigma, em Brasília, procura treinar e construir essas aptidões ainda na escola. Nessa linha, o projeto Sigma Múndi que incentiva os jovens a debaterem assuntos além do que acontece diariamente em sala de aula, se consolidou como um dos maiores destaques dessas ações de preparação. Praticando também a competência de trabalhar em ambiente virtual, comportamento imposto pela pandemia, na edição deste ano, o evento será híbrido.

Em sua 20ª edição, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de maio, o programa reunirá alunos do 9º ano do Ensino Fundamental - Anos Finais e Ensino Médio de todas as unidades da escola. Para garantir a segurança dos alunos, os grupos de debate presenciais serão com capacidade reduzida, mantendo distanciamento entre os alunos. Já quem optou por continuar com o ensino remoto também poderá participar. A abertura do evento, no dia 20 de maio, será on-line e contará com a participação de Néfi Cordeiro, ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Paulo Macedo, professor de Geografia do colégio e um dos coordenadores do projeto explicou que o Sigma Múndi almeja auxiliar na construção de argumentos e sustentações orais, uma vez que, os alunos pesquisam sobre política, economia e relações internacionais e participam de debates envolvendo as temáticas selecionadas. Além disso, o professor pontua que o objetivo é justamente auxiliar na formação do aluno, estimulando que ele desenvolva a capacidade de diálogo. "Mesmo com o findar no Ensino Médio, durante a faculdade e até no mercado de trabalho eles estarão sempre enfrentando este desafio de negociar, buscar caminhos para resolução de problemas. E este é o objetivo: incentivar o debate para a formação de um cidadão mais preparado", afirma.

Durante a inscrição, os alunos selecionam os temas de maior interesse, em seguida preparam suas pesquisas e simulam as discussões como se fizessem parte de órgãos nacionais e internacionais como Câmara dos Deputados, Senado Federal, Nações Unidas e alguns de seus órgãos, entre outros. Por esse motivo, as discussões abordarão as mais diversas temáticas, nos mais diversos setores como saúde, política, economia, meio ambiente, história e relações internacionais.

Alguns dos temas que serão debatidos nos comitês são: a Crise Política na América Latina, Doenças causadas pelo Aedes Aegypti, Políticas Públicas de Saúde para a População LGBTQI+, Crise do Neoliberalismo e Protestos Sociais no Chile, Trabalho Informal, Condições de Trabalho e Crianças Migrantes, dentre outros. Além das duas delegações históricas que abordarão o Tratado de Versalhes e o Tribunal de Nuremberg.


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