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04/04/2019 às 16h56min - Atualizada em 04/04/2019 às 16h56min

PSDB não fará parte do governo nem aceitará cargos, diz Alckmin

Presidente nacional do partido, entretanto, despistou sobre deputados tucanos fecharem questão a favor da reforma da Previdência

Presidente nacional do PSDB ressaltou que partido é favorável à reforma, mas que BPC e aposentadoria rural devem ser repensados (Marcos Corrêa/PR)



O presidente nacional do PSDB Geraldo Alckmin afirmou que o partido não fará parte do governo Bolsonaro nem aceitará cargos políticos, mas que apoia a reforma da Previdência. O tucano se reuniu nesta quinta-feira, 4, com o presidente da República em uma série de encontros entre o Palácio de Planalto e líderes partidários para discutir as mudanças no sistema de aposentadorias.

“Eu disse ao presidente Bolsonaro que o nosso partido defende a reforma da Previdência, mas não fará parte do governo nem aceitará cargos políticos. Manteremos total independência”, afirmou a VEJA. Alckmin ressaltou que a reforma deve se basear em dois aspectos: justiça social e responsabilidade fiscal. “O sistema atual é injusto, uma vez que a grande parte da população ganha um salário mínimo, enquanto os servidores públicos ganham muito acima da realidade”, disse.

 

Alckmin acrescentou que o PSDB é contra as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência em condição de miserabilidade. “É inaceitável existir um benefício menor que o salário mínimo”, disse. Caso a proposta do governo Bolsonaro seja aceita, a idade para receber o benefício vai subir de 65 para 70 anos e o valor, que hoje é de um salário mínimo, será reduzido a 400 reais. 

Questionado pela reportagem se a bancada do PSDB, formada por trinta deputados, fecharia questão a favor da reforma da Previdência, caso os dois pontos sejam alterados, Alckmin disse que o assunto ainda não foi discutido, mas que a tendência é que o partido seja “amplamente favorável” à proposta. Candidato derrotado à presidência em 2018, ele também afirmou ter sido “bem recebido” por Bolsonaro.


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