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03/11/2021 às 15h21min - Atualizada em 03/11/2021 às 15h40min

Machismo e invisibilidade das mulheres na música estão na pauta de debate online na segunda

Transmissão será às 17h pelo link AmplifyHer – http://www.sonora.me/amplifyher-s

SALA DA NOTÍCIA maria fernanda teixeira
divulgação
ESTUDO REALIZADO PELA USP E UNIVERSIDADES
BRITÂNICAS INVESTIGA OS DESAFIOS ENFRENTADOS
NO BRASIL PELAS MULHERES QUE FAZEM MÚSICA
 
Na segunda, dia 8 de novembro, às 17h, será transmitido bate papo sobre a pesquisa internacional AmplifyhER: Dando voz à experiência de mulheres músicas no Brasil . Entre os convidados estão pesquisadores, pesquisadoras e as 12 artistas brasileiras envolvidas no estudo, com destaque para o português José Dias, da Manchester Metropolitan University, ; Rogério Costa (ECA/USP), Ana Fridman (Universidade do Rio Grande do Sul), Lilian Campesato (ECA/USP) e as musicistas Lídia Bazarian, Paola Pichervsky, Bruna Prado, Paola Ribeiro, Nathália Franceschini, Sonia Ray, Tahyná Oliveira, Lis de Carvalho, Beatriz França, Rosa Couto, Simone Sou e Gabi Machado.
 
Pesquisa da USP e de duas universidades britânicas - Manchester Metropolitan University e Edinburgh Napier University -, com financiamento pelo Global Challenges Research Fund, estuda a invisibilidade das mulheres no mercado da música, além de avaliar os desafios mais urgentes que as musicistas enfrentam no Brasil, como o machismo, a falta de exposição na mídia e o acesso deficiente a oportunidades de trabalho, receita e financiamento.
 
A transmissão será pela link AmplifyHer – http://www.sonora.me/amplifyher-s

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Quais os desafios mais urgentes que enfrentam no Brasil as mulheres que fazem música? Buscar essas informações é o objetivo de "AmplfyHer: Dando voz à experiência de mulheres músicas no Brasil", estudo piloto que desde os primeiros meses de 2021 está sendo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo, da Manchester Metropolitan University e da Edinburgh Napier University – com financiamento pelo Global Challenges Research Fund. A equipe do projeto AmplifyHer compreende doze pessoas. O pesquisador principal é José Dias, da Manchester Metropolitan University, junto a três pesquisadores brasileiros, Rogério Costa, Ana Fridman e Lilian Campesato.
 
Contraste avassalador – A ideia de realização do estudo surgiu da evidente invisibilidade das mulheres no mercado da música, e da consequente, e urgente, necessidade de combate à desigualdade e de investimentos que proporcionem às mulheres musicistas uma voz, habilidades e ferramentas para reverter o desequilíbrio de gênero.
É avassalador o contraste entre a presença de mulheres e homens nesse mercado: enquanto eles são 85%, elas são apenas 15%. Quadro que se agrava quando se sabe que aos artistas homens são distribuídos mais de 90% das receitas de royalties, ficando as mulheres com menos de 10% da receita total. Para além desses números macro, o projeto AmplifyHer vem buscando identificar os principais problemas enfrentados pelas mulheres musicistas, especificamente com a falta de exposição na mídia e escassas oportunidades de trabalho, rendimento e financiamento.
Para realização do estudo, o projeto AmplifyHer selecionou um grupo de doze mulheres musicistas, a maioria delas com atuação na cidade de São Paulo, representando a realidade brasileira mais ampla. Entre elas há mulheres ligadas ao jazz (Lis de Carvalho, pianista), à música experimental (Natália Francischini, guitarrista), à música erudita (Lidia Bazarian, pianista; Sonia Ray, contrabaixista) e à música popular (Simone Soul, percussionista; Paola Picherzky, violonista; Rosa Couto, cantora) – relação completa no quadro mais abaixo.
Quando da escolha houve também a preocupação com as diversidades etária e étnica. Seis das participantes são brancas e seis são negras. Seis pertencem à faixa etária dos 20 aos 39 anos ("Novos Talentos"); três têm entre 40 e 55 anos ("Artistas Estabelecidos") e três estão na faixa dos 55 e acima ("Artistas Sêniores").
As doze artistas receberam também três diferentes sessões de treinamento: Estratégias de rede em música, Autopromoção em música e Redes de apoio para mulheres na música. Hoje, são todas elas "embaixadoras do projeto AmplifyHer". Expandem, assim, o trabalho que de alguma forma já vinham fazendo individualmente em ações para promover o papel da mulher na música.
 
Dados quantitativos e qualitativos – A metodologia do estudo seguiu dois tipos de triangulação, tendo os dados sido analisados individualmente e cruzados por três pesquisadores. Foram realizados com as artistas participantes três diferentes formas para obtenção dos mesmos dados: grupos focais, observação direta e entrevistas. Os resultados obtidos, quantitativos e qualitativos, estão apresentados em extenso e revelador Relatório.
 
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