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10/11/2021 às 18h38min - Atualizada em 11/11/2021 às 00h00min

O que muda e o que permanece com o retorno das viagens a trabalho

*Jordana Souza é co-fundadora e Chief Revenue Officer (CRO) da VOLL, plataforma mobile-first voltada para a simplificação das viagens e da mobilidade corporativa global

SALA DA NOTÍCIA Raiza Rodrigues

Com a melhora dos indicadores da Covid-19 e o avanço da vacinação, os brasileiros têm sentido mais conforto para viajar. Uma pesquisa realizada pela Global Business Travel Association (GBTA), maior associação profissional de viagens do mundo, concluiu que em maio deste ano 74% dos entrevistados já sentiram que seus funcionários estavam "dispostos" ou "muito dispostos" a viajar no ambiente atual, um aumento de 11 pontos percentuais em relação aos resultados da pesquisa feita em março de 2021. Além disso, 31% responderam que sua companhia estava trabalhando ativamente em um plano de retomada de viagens. O estudo ainda prevê que, ao final deste ano, os gastos com viagens a trabalho terão um aumento de 21% em razão do processo de retomada da confiança do viajante corporativo. 

Em 2022, as expectativas são ainda maiores para a volta das reuniões presenciais e aquecimento das viagens internacionais. O cenário ainda requer cuidados e adequações, mas agências de viagens, companhias aéreas e redes de hospedagem estão otimistas e começam a preparar o terreno para receber a nova demanda. 

Mas, afinal, o que muda e o que permanece na retomada das viagens corporativas? A saúde está em primeiro lugar. As despesas com viagens estão entre os maiores custos de uma empresa. Portanto, no período pré-pandemia, o foco estava na diminuição de gastos. Agora, as companhias valorizam fornecedores que seguem protocolos sanitários com seriedade. 

Um relatório publicado recentemente pela Deloitte revelou que os líderes de negócios mudaram as prioridades e adotaram formas radicalmente novas de operar em consequência da Covid-19. Em consonância com essa tendência, uma sondagem da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens) mostrou que política de saúde e higiene terá relevância decisiva na escolha dos serviços de viagens para mais de 50% das empresas respondentes.

Os viajantes corporativos querem voltar mas, claro, com a segurança que virá a partir da imunização e dos protocolos de saúde. 

Outra tendência que veio para ficar é a dos nômades digitais inspirando liberdade e flexibilidade, seja no trabalho remoto ou híbrido. As empresas viram que o trabalho remoto funciona e a cultura do anywhere office ganha força. 

A presença de tecnologia no agenciamento de viagens já era tendência e foi acelerada pela pandemia. As agências que investem em plataformas como a VOLL saíram na frente. Aquelas que têm capital para investir em ferramentas inovadoras, e não o fazem, podem ficar para trás.

Outras tendências, que já eram observadas, se intensificam. Embora a reunião on-line traga agilidade e facilite adequações de agenda, encontros presenciais continuam sendo essenciais para fechar negócios e estreitar relacionamentos. Muitas operações comerciais começam com um almoço ou um bate papo no coffee break de um evento, por exemplo, nuances que o virtual não consegue substituir. As viagens, contudo, passam a ser repensadas e usadas de forma mais estratégica.

Eventos para engajar os times também estão em alta, especialmente com foco em Employer Branding serão mantidas. Encontros físicos são importantes para garantir trocas mais próximas, maior motivação e engajamento do time ter outras pessoas perto é o que gera conexões reais — vitais para o sucesso de uma empresa.

Vale destacar ainda o atendimento humanizado e foco no usuário. Imprevistos em viagens sempre existiram e vão continuar: são casos como voos adiados por causa das condições climáticas ou o próprio executivo precisando remarcar por causa de novos compromissos. É importante a empresa ter um atendimento humano e disponível 24 horas por dia onde viajantes têm apoio total nos momentos de estresse. 


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