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19/11/2021 às 14h35min - Atualizada em 19/11/2021 às 17h20min

Medicina diagnóstica: capacitação, tendências e panorama do mercado

SALA DA NOTÍCIA Assimptur
A medicina diagnóstica envolve diferentes especialidades médicas com o objetivo de realizar exames que contribuem com o diagnóstico assertivo de enfermidades de pacientes de diversas áreas médicas. Trata-se de uma especialidade que engloba a medicina por imagem, medicina laboratorial e todas as outras que realizam exames com objetivos diagnósticos.  

Esses métodos surgiram no fim do século 19 e, desde então, adquiriram ainda mais tecnologia, agregando valor no atendimento médico. Tanto que, atualmente, cerca de 95% das doenças podem ser identificadas precocemente, o que melhora consideravelmente a qualidade de vida de pacientes.

O aumento da expectativa de vida é uma realidade. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas no Brasil, a tendência é que a população viva, em média, até os 76,3 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número representa um crescimento da expectativa de vida de seis anos, comparado com crianças que nasceram em 1990. A tendência, inclusive, é que esse número não pare de aumentar.

Essas mudanças na população do Brasil e do mundo impactam diretamente todas as especialidades médicas. Com a medicina diagnóstica, não seria diferente e em 2017 foram realizados 820 milhões de exames diagnósticos, um número que representa 3% de crescimento em relação a 2016.

Na contramão do crescimento do volume de exames, os gastos com análises diagnósticas caíram 20,75% em 2017, mantendo uma queda que já vinha sendo percebida nos anos anteriores. Estes números representam uma movimentação na economia de 45 bilhões de reais. De acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, cerca de 20 mil instituições atuam com Serviços de Apoio à Diagnose e Terapia (SADT). Além disso, 10% a 15% dos 2 milhões de profissionais da área da saúde no Brasil trabalham no setor.
Atualmente, os exames relacionados com diagnóstico oncológicos são os mais procurados no Brasil. Há, no entanto, um aumento da procura por exames relacionados com bem-estar, tais como exames de desempenho esportivo, nutrigenéticos e dermagenéticos.

A evolução das tecnologias de diagnóstico demanda investimento também em formação médica. Afinal, não adianta oferecer exames com tecnologias de Big Data ou Inteligência Artificial, por exemplo, sem um corpo clínico e técnico especializado e capaz de trabalhar com esses equipamentos.  

A formação para o profissional que pretende atuar com medicina diagnóstica pode levar de um a três anos. O tempo exato vai depender da área específica que o médico pretende atuar. O Brasil, por exemplo, é referência em diagnósticos por ultrassonografia e o segundo maior em compra de equipamentos de ultrassom de alta tecnologia, como Tridimensional, Doppler e Ultrassom 4D.  

Apesar da jornada de estudos ser desafiadora, os médicos especialistas podem esperar uma atuação profissional que garante muita qualidade de vida, já que é possível ter horários flexíveis e optar por realizar ou não plantões. É possível atuar em ambiente ambulatorial, hospitalar ou, mesmo, em laboratórios especializados.

Portanto, a Total Quality Medicina Diagnóstica finaliza em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, a estruturação da 1ª escola especializada na formação de mão-de-obra técnica em radiologia do Litoral Norte Paulista com previsão de abertura em fevereiro de 2022.

Desde a realização dos estudos para o desenvolvimento de sua unidade piloto na cidade Caraguatatuba, na mesma região, a Total Quality Medicina Diagnóstica identificou a indisponibilidade de médicos para realizar certos tipos de exames.

Atualmente, há uma indisponibilidade médica e de técnicos para execução de certos tipos de diagnósticos de imagem, como Ultrassom, em todo o Brasil, o que dificultaria o processo de expansão elaborado, uma vez que a estruturação de um corpo clínico de qualidade é dificultada pela escassez de médicos capacitados;
Daí, a empresa desenvolveu projeto para a criação do Centro Tecnológico e Saúde de Ensino – CTSE, buscando formar até trezentos técnicos em radiologia por ano e preparar a sua mão-de-obra técnica de toda a sua rede de franquia no Brasil, e bem como o treinamento e aprimoramento de seus colaboradores e médicos de radiologia.
 
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