10/06/2019 às 13h50min - Atualizada em 11/06/2019 às 00h00min

Oncologistas do Hemomed comparecem ao maior congresso de oncologia do mundo para trazer inovações aos pacientes

Com o objetivo de oferecer tratamento de ponta quando se trata de câncer, o Hemomed Instituto de Oncologia e Hematologia esteve presente, com três especialistas, no Congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica- ASCO 2019- realizado em Chicago, que reuniu 39 mil médicos do mundo todo e 35 mil novos trabalhos apresentados

DINO
https://www.hemomed.com.br/
Diretor técnico do Hemomed, Bruno Santucci

O oncologista Hélio Pinkzowski, a oncohematologista Sônia Iantas e o oncologista Bruno Santucci, diretor técnico do Hemomed, compareceram ao evento para trazer os novos conhecimentos para o Brasil.

Entre muitas inovações, a oncohematologista, Sônia Iantas, destacou avanços no tratamento do mieloma múltiplo e linfomas e de tumores gastrointestinais.

Pulmão

O oncologista do Hemomed, Hélio Pinkzowski, destaca para o câncer de pulmão, um grande progresso nas pesquisas em velocidade impressionante, especialmente nas doenças que apresentam mutações. São três gerações de medicamentos cada vez mais potentes. Aqueles pacientes com mutação denominada Rearranjo de Alk que atinge 4 a 7% dos pacientes, receberam esses medicamentos de terceira e quarta gerações e a grande vantagem foi a penetração no Sistema Nervoso Central com redução das lesões. "Desta forma, postergamos a cirurgia e a radioterapia, diminuindo riscos para o paciente", destaca.

Já no carcinoma gastroesofágico, pesquisa indicou que doses menores de quimioterapia oferecem o mesmo resultado e com menos toxicidade aos pacientes idosos e frágeis, segundo o oncologista.

Pâncreas

Destaca o diretor técnico do Hemomed, Bruno Santucci, que o câncer de pâncreas metastático em pacientes que possuem a mutação em BRCA (corresponde a 4 a 7 % do total). O trabalho apresentado foi denominado Polo Trial. "Receberam tratamento em primeira linha, por pelo menos 4 meses, com quimioterapia baseada em platina, com o medicamento Folfirinox. E aqueles pacientes que não tiveram progressão da doença seriam randomizados para receber, em um braço placebo, e no outro braço o Olaparibe, como terapia de manutenção".

Resultado é que os pacientes que receberam o Olaparibe tiveram uma redução de 47% na chance de progressão, ou seja, um benefício bastante expressivo. Esses pacientes também foram avaliados em qualidade de vida e toxicidade, que tiveram resultados aceitáveis.

Segundo Santucci, a medicação ainda não foi aprovada para pâncreas no Brasil, mas quando chegar certamente beneficiará muitos pacientes.

O presidente do Hemomed, o hematologista Adelson Alves, destaca que a filosofia da empresa, prioritariamente, é trazer os melhores tratamentos do mundo aos pacientes, e esse objetivo está sendo cumprido com atualização constante de sua equipe, pesquisas e foco na humanização do atendimento.




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