Link112" target="_blank" id="publicidade20" >
04/05/2022 às 00h20min - Atualizada em 04/05/2022 às 00h20min

Mandata das Pretas Por Salvador promove a segunda reunião para organização e mobilização da Audiência Pública Itinerante em defesa do Abaeté.

Mais uma reunião para organização e mobilização da Audiência pública itinerante em defesa do Abaeté, que está programada para acontecer na manhã deste próximo sábado (07/05) no Colégio Estadual Marechal Mascarenhas de Morais, em Itapuã.

Por Van Carvalho
Foto: Divulgação

Na noite desta terça-feira (03/05), a mandata coletiva Pretas Por Salvador (PSOL/BA), promoveu mais uma reunião para organização e mobilização da Audiência pública itinerante em defesa do Abaeté, que está programada para acontecer na manhã deste próximo sábado (07/05) no Colégio Estadual Marechal Mascarenhas de Morais, em Itapuã. 

 

Ambas as reuniões têm contemplado diversos movimentos sociais e lideranças religiosas para em conjunto desenvolverem a construção da Audiência Pública, a partir da escuta daqueles que desde o início das obras tem atuado pela preservação das Dunas. Os encontros têm dialogado sobre os encaminhamentos necessários para que o evento alcance o maior número de pessoas, partindo do ideal que a degradação do espaço afeta diretamente não só na vida dos moradores locais, mais de toda a população. A co-vereadora Laina Crisóstomo, ressaltou como a realização das obras acarretará em uma destruição avassaladora e com inúmeras consequências. 


_ “ Já existe um processo de degradação que é muito anterior, na verdade isso tem piorado cada vez mais e essa obra é uma obra que vai ser avassaladora para o território, sendo um processo cada vez maior de exclusão para quem está naquele lugar, de quem usufrui daquele espaço”_, disse ela. 


A reunião também relembrou as diversas ações que evidenciam as irregularidades nas obras, incluindo, o estudo sobre o tombamento no local. Na condição de evangélica, Cleide Coutinho, que têm atuado pelo fim do projeto que visa a urbanização nas Dunas do Abaeté, trouxe a reflexão de que a preservação do local também tem apoiadores evangélicos que assim como ela não defendem a intolerância religiosa e o racismo religioso propagado pela prefeitura de Salvador. 


_ “Temos que também envolver a comunidade evangélica que não está de acordo com essa obra, na última atividade realizada no local, tivemos a participação de evangélicos que fizeram falas muito potentes, é necessário que os chamemos para somarem nessa batalha”_, destacou Cleide.


Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »
Link112" target="_blank" id="publicidade20" >
Fale pelo Whatsapp
Atendimento
Precisa de ajuda? fale conosco pelo Whatsapp