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23/01/2020 às 20h01min - Atualizada em 23/01/2020 às 20h01min

Concha Negra recebe Lazzo Matumbi com baile 'O Nosso Jeito de Ser'

Por :Jhonatanbiths - /Jbn Bahia Salvador
Secom/Bahia
Neste sábado (25), às 18h30, o cantor Lazzo Matumbi protagoniza o Concha Negra com o show 'O Nosso Jeito de Ser', em mais uma noite que celebra a musicalidade afro-baiana. Na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), ele conta com as participações do grupo de rap Opanijé e das cantoras Aiace e Michaela Harrison como convidados. A abertura ficará a cargo do trio do Ministereo Público, levando os embalos da sonoridade jamaicana. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), à venda na bilheteria do TCA, nos SACs dos shoppings Barra e Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido.

Para Lazzo, 'O Nosso Jeito de Ser' é um baile dançante e cheio de suingue, com um repertório que traz grandes sucessos da carreira do cantor. Composições como 'Me Abraça e Me Beija', 'Alegria da Cidade' e 'Do Jeito Que Seu Nego Gosta' estão no set list. Lazzo Matumbi ainda levará ao palco músicas de nomes que são referências na sua própria trajetória artística. O espetáculo visa enaltecer, fortalecer e dar visibilidade às culturas negras.

A noite terá o time do Ministereo Público abrindo a programação, ao lado de dançarinos convidados, que farão performances durante a apresentação do grupo. Os integrantes são os DJs Raiz e Pureza, além do Dubmaster Regivan Santa Bárbara. Sob a inspiração de uma das mais sólidas tradições da Jamaica, a cultura do “sound system” o Ministereo Público é a primeira equipe de som, na capital baiana, especializada nesta vertente.

Como convidados de Lazzo, sobem ao palco Aiace, cantora e compositora baiana que lançou o seu primeiro disco solo “Dentro Ali”, no ano de 2018; a norte-americana Michaela Harrison, com seu estilo que mistura raízes gospel e uma variada gama de gêneros, como jazz, blues, soul, samba e música africana tradicional; e o trio de rap Opanijé, formado por Lázaro Erê (voz e letras), Rone Dum-Dum (voz e letras) e DJ Chiba D (toca-discos), que inova ao unir tradições musicais das culturas afro-baianas, como o uso de instrumentos percussivos, berimbaus e cânticos do candomblé, aos samples, efeitos e batidas eletrônicas.


 
Concha Negra
 
O Concha Negra é uma iniciativa do Governo da Bahia que se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios, garantindo o lugar da música afro-baiana na programação mensal da Concha Acústica do Complexo do TCA. Sua realização parte de premissas das políticas reparatórias previstas na Constituição do Estado da Bahia e no Estatuto da Igualdade Racial.

Assim, o incentivo a mais um canal de visibilidade e acesso a esta produção se alinha a condutas que reconhecem a cidadania cultural, a importância da representatividade e a afirmação de identidades, combatendo preconceitos e valorizando a expressão das variadas manifestações humanas. A primeira etapa do projeto foi realizada entre setembro de 2017 e fevereiro de 2018, com shows de Filhos de Gandhy, Muzenza, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Olodum e Malê Debalê.

Nesta 2ª edição, através de convocatória pública, nove propostas foram selecionadas dentre 59 inscritas e vão se apresentar até março de 2020. Depois dos shows de ÀTTØØXXÁ, Ilê Aiyê e Sine Calmon e Morrão Fumegante, em novembro e dezembro de 2019, do Olodum abrindo o novo ano, e Baco Exu do Blues e Lazzo Matumbi logo em seguida, ainda virão Afropop com Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna (8 de fevereiro), Panteras Negras, Banda Didá e Slam das Minas (15 de fevereiro) e Ópera dos Terreiros com o Núcleo de Ópera da Bahia (14 de março).
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