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20/02/2020 às 16h51min - Atualizada em 21/02/2020 às 00h03min

69% dos moradores do sudeste admitem usar celular antes de dormir, aponta pesquisa do INER

Segundo especialistas, hábito pode prejudicar qualidade do sono; quase metade dos entrevistados revelou, também, dormir menos do que o recomendado

DINO
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O dado é impressionante: 69% dos habitantes do sudeste têm o hábito de usar o celular antes de dormir, prática que pode interferir na qualidade do descanso. É o que revelou o levantamento "Hábitos e percepções do sono: um estudo contemporâneo do repouso", realizado pelo Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER), com o objetivo de avaliar a relação da população com o sono, sua preparação e cuidados com os itens indispensáveis ao ato de dormir.

Além do uso de aparelhos eletrônicos, foi constatado que, apesar de 77% dos entrevistados considerarem muito importante ter uma boa noite de sono, quase metade (43%) não consegue dormir a quantidade de horas recomendadas (de seis a oito horas) - algo que pode ter impacto na saúde. De acordo com um estudo publicado na revista científica NCBI, não dormir adequadamente pode impactar a concentração e a motivação, além de aumentar as chances de ansiedade e depressão.¹

Os resultados do levantamento mostram, também, que os hábitos de sono interferem diretamente na rotina do indivíduo e vice-versa. Enquanto o estresse foi apontado por 48% dos que responderam à pesquisa como o principal fator para noites de insônia, estudos como o publicado pela NCBI mostram que indivíduos que dormem mal tem mais predisposição, por exemplo, à irritação.¹
"Uma boa noite de sono tem mais impacto em nossa rotina do que se imagina. Por isso, é importante ter atenção a todos os aspectos relacionados ao ato de dormir, desde os momentos que precedem o sono até a escolha adequada do colchão", afirma Fabiana Manzano, diretora-executiva do INER.

Diferenças entre regiões
A pesquisa foi realizada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, cada qual tendo as suas particularidades quando nos referimos aos resultados. Minas e São Paulo têm índices semelhantes em relação à porcentagem de entrevistados que afirmaram usar o celular antes de dormir: 70%, contra 50% dos capixabas. Já entre os cariocas, o dado que mais chama a atenção são as horas de sono: apenas 43% dormem o recomendado, com 15% dormindo menos de 5 horas por noite. O estresse é o campeão das causas de insônia em todos os estados: 50% dos entrevistados mineiros, 46% dos cariocas, 43% dos paulistas e 40% dos capixabas.

Colchão: Atenção e Cuidado
Outro achado interessante está relacionado à manutenção do colchão: Apesar de 56% dos entrevistados saberem que o colchão tem validade, 23% não realizam a troca no prazo de cinco anos, considerado adequado pelos especialistas. "É importante reforçar que cinco anos não representam, necessariamente, um prazo máximo para troca do colchão, mas sim um período em que devem ser redobrados os cuidados com esse que é o principal produto relacionado com a qualidade do nosso sono", ressalta Fabiana Manzano.
O pouco cuidado com o colchão resulta em uma perda da qualidade de sono, já que ele é o principal objeto necessário ao nosso repouso. Por isso, ainda se faz necessário a divulgação sobre manutenção adequada deste: 12% dos entrevistados afirmam não possuir frequência certa para a troca; e 43% ainda não sabem que o colchão possui prazo de validade.

Sobre o INER
O Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER) foi criado em 1984 como uma iniciativa de um seleto grupo de fabricantes de colchões e de matérias-primas. Neste mesmo ano, foi responsável por desenvolver a primeira norma técnica para fabricação de colchões de espuma no Brasil e, em 2004, projetou a primeira norma técnica para colchões de mola. Por meio de seu certificado Pró-Espuma, que conta com rigorosas normas de qualidade, o INER já certificou mais de 31 milhões de colchões de espuma e mola e mais de 300 mil travesseiros e estofados.

Referência: Chattu, V.; Manzar, D.; Kumary, S.; Burman, D.; Spence, D.; Pandi-Perumal, S. The Global Problem of Insufficient Sleep and Its Serious Public Health Implications. Disponível em www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6473877/. Último acesso: 07/12/2019.



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