23/07/2020 às 16h28min - Atualizada em 23/07/2020 às 16h42min

Tratamento com radiofrequência íntima melhora muito a qualidade de vida de mulheres que sofrem com flacidez vaginal

Com o intuito de diminuir essas consequências e devolver à mulher a sua satisfação pessoal e sexual, a radiofrequência tem sido um excelente método não invasivo de tratamento para combater e atenuar os sinais da flacidez vaginal.

DINO
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Ponteira Interna da tecnologia Enygma X-Orbital

A partir de uma certa idade, o organismo de todos já não funciona mais “a todo vapor” como em pessoas mais jovens. Isso reflete de várias formas, como surgimento de rugas, linhas de expressão e flacidez, inclusive a flacidez vaginal.

A queda na produção do colágeno e elastina, proteínas responsáveis por dar sustentação e elasticidade aos tecidos, é uma dessas alterações que acompanham o avançar da idade. Por esse motivo, um dos mais temidos sinais do envelhecimento aparece: a flacidez.

Mas se engana quem acha que só a pele do corpo ou do rosto são afetadas por esse mal. A região íntima também sofre com essa alteração, o que causa, dentre outras consequências, a flacidez na vagina.

Provavelmente muitas mulheres que são afetadas com a flacidez vaginal sofrem as consequências (físicas, estéticas e psicológicas) sem nem saber que esse problema tem tratamento.

Atualmente tem surgido diversas tecnologias para corrigir problemas relacionados à saúde e bem-estar feminino. Igualmente, tecnologias de última geração para rejuvenescimento íntimo que permitem remodelar a área genital de forma não invasiva, segura e indolor que alcançam resultados incríveis.

Por ser uma modalidade de tratamento relativamente novo no Brasil, o rejuvenescimento íntimo não-cirúrgico ainda é uma incógnita para muita gente. Entre esses métodos está o tratamento de radiofrequência íntima, que se destaca como a solução não-invasiva para problemas estéticos e fisiológicos que acometem as mulheres no envelhecimento.

No organismo feminino, inclusive na região íntima, após os 25 anos de idade, há uma queda significativa de elementos importantes no tecido, como o fibroblasto, que é responsável por formar colágeno e elastina, que dão firmeza e sustentação ao tecido. 

Há ainda uma alteração hormonal natural, acentuada no período da menopausa, que também colabora para que a flacidez vaginal se acentue, causando ainda mais incômodos às mulheres.

Mas a flacidez vaginal não é causada somente por fatores relacionados à idade. Outros hábitos e condições também colaboram para que esse problema aconteça ou fazem com que ele surja antes do tempo, como: sedentarismo; tabagismo; partos (normal e cesariana); sobrepeso e maus hábitos de vida e alimentares, por exemplo.

Embora possa parecer que não, já que é uma região que aparentemente fica escondida, a flacidez na vagina pode refletir negativamente em alguns aspectos da vida da mulher. Queda da autoestima, má qualidade de vida e queda da qualidade sexual são algumas das consequências que esse problema pode gerar. Além, também, das consequências fisiológicas, como dor durante o ato sexual, alteração na sensibilidade e incontinência urinária.

Com o intuito de diminuir essas consequências e devolver à mulher a sua satisfação pessoal e sexual, a radiofrequência tem sido um excelente método não invasivo de tratamento para combater e atenuar os sinais da flacidez vaginal. Através da ginecologia regenerativa, as mulheres estão tendo mais acesso a essas soluções nos próprios consultórios ginecológicos.

Uma dessas tecnologias é a radiofrequência íntima da Body Health, a Enygma X-Orbital, que tem tido excelentes resultados no tratamento da flacidez vaginal e de diversas doenças ginecológicas que antes só poderiam ser tratadas com a administração de hormônios, que podem ter diversos efeitos colaterais.

E o melhor do tratamento com a radiofrequência genital Enygma X-Orbital é que ele é feito de forma não ablativa e confortável para a paciente.

Essa tecnologia atua emitindo ondas eletromagnéticas nas camadas do tecido da região íntima, que geram calor pelo estímulo à agitação de íons quando a energia atravessa o tecido.

Esse aumento da temperatura local faz com que o organismo reaja positivamente com uma série de efeitos fisiológicos, como aumento da vasodilatação, estímulo à formação de novas fibras de colágeno e elastina e reorganização das fibras já existentes.

Todas essas reações são benéficas para tratar a vagina flácida, pois fornecem ao tecido estímulo à formação de elementos que dão mais firmeza e elasticidade à região.

Apesar de ser considerado simples e não requerer tempo de inatividade para recuperação (como acontece nas cirurgias íntimas), o tratamento para flacidez vaginal com a radiofrequência Enygma X-Orbital deve ser feito somente por médicos ginecologistas devidamente habilitados.

A avaliação prévia ao tratamento feita por esses profissionais também é muito importante para garantir a máxima segurança e os melhores resultados.



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