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09/10/2017 às 09h57min - Atualizada em 09/10/2017 às 09h57min

Festival VILERÊ agita o Vila Velha com teatro e oficinas

Teatro Vila Velha realiza entre 23 de setembro e 12 de outubro a edição 2017 do Festival VlLERÊ, projeto anual direcionado ao público infanto-juvenil, com teatro, música, jogos, oficinas, bate-papos e exposições.  O tema deste ano é “Brincando com artes e tecnologia”. Tem coisa boa demais por lá, confira a programação abaixo!

Os ingressos para todos  os espetáculos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). O Vila Velha fica no Passeio Público (Campo Grande) e tem estacionamento próprio e gratuito, com acesso pela ladeira que dá no Largo dos Aflitos, ao lado do quartel. Confira abaixo programação de espetáculos, oficinas, mostras e debates.

23/09, sábado, 16h

Bem vindos à Orquestra – O Núcleo Liberdade do NEOJIBA apresenta suas boas vindas às crianças e suas famílias ao mundo fantástico da orquestra, com músicas que vão do repertório popular brasileiro até Beethoven. A orquestra é formada por crianças e jovens e apresenta o mundo orquestral de forma interativa e bem-humorada. Com crianças a partir de 6 até jovens de 20 anos, foi iniciada em 2016 com atividades de iniciação musical e canto coral e hoje conta com mais de 60 integrantes, que se dividem em violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas doce e outros instrumentos de sopro, além da percussão.

Classificação indicativa: livre

Duração: 1h

24/09, domingo, 16h
Pindorama, Antes de Chamar Brasil – A peça expõe a formação da identidade do povo brasileiro com base na matriz cultural dos povos indígenas, utilizando como ferramenta lendas e contos que compõem o imaginário mítico dos povos desta terra. Espetáculo da Aldeia Coletivo Cênico, Pindorama vem de Pindó-rama, que significa “terra, lugar ou região das palmeiras”. Para algumas tribos tupis, Pindorama é uma terra encantada, livre dos males. Durante as antigas migrações, foram formadas diversas tribos nessa região, até à “Invasão de Pindorama”, também conhecida como “descoberta do Brasil”.

Classificação indicativa: livre

Duração: 45 minutos

30/09, sábado, 16h
Sobre o Menino Que Queria Voar – Pedro tinha uma vida comum. Rapaz honesto e trabalhador acordava todos os dias junto com o sol, tomava o seu café e saía para o trabalho em sua bicicleta. Seus dias eram totalmente iguais. Até que um dia o inédito o visita. Não que ele tenha permitido, mas é que se trata de uma questão de sobrevivência: ou Pedro se reinventa, ou deixará de existir. Pedro se reencontra consigo mesmo enquanto ainda era um adolescente cheio de sonhos e coragem. Isto daria a Pedro a chance de pensar em tudo o que está fazendo da sua vida e tudo aquilo que deixou para trás. A peça tem texto de Larissa Raton, direção de Fábio Borba e é uma realização da Lucai Artes Integradas.

Classificação indicativa: livre

Duração: 45 minutos

1/10, domingo, 16h
Sancho Pança – O palhaço Piruá está internado em um manicômio por jurar ser Sancho Pança, o fiel escudeiro de Dom Quixote de la Mancha, aqueles personagens nascidos há mais de 400 anos da maravilhosa imaginação de Miguel de Cervantes. Essa estranha afirmação se torna mais estranha quando Piruá afirma que Dom Quixote virá resgatá-lo, e ele o espera tentando recordar em que lugar de La Mancha combinaram encontra-se da última vez que se viram. Piruá se põe na pele e a alma de Sancho Pança e sai buscando o reencontro com o valente cavaleiro, recorrendo os caminhos do mundo a serviço dos mais frágeis, enfrentando injustiças, sempre do lado daqueles invisíveis ante aos olhos dos  poderosos. Um novo século… Uma história antiga… com uma lamentável vigência que deslumbra e assusta. Porque os heróis de hoje estão atrasados com as causas que defendem, voltam os de heróis de sempre: Sancho Pança e Dom Quixote. 

Classificação indicativa: livre

Duração: 50 minutos

7 e 8/10, sábado e domingo, 16h
ES:CA:PE 3.0 – Thomas e Alissa se deparam  com uma sala misteriosa e com suas memórias confusas. Trata-se de um experimento da empresa Motriz, entretanto as memórias do passado de cada um continuam incertas. Não sabem sequer se foram parar ali por vontade própria. A história é aos poucos revelada de acordo com as ações tomadas pelo público, que tem como objetivo libertar os personagens da sala. De maneira intrigante, os personagens recebem os comandos da equipe. Para descobrir o desfecho da história, os jogadores precisam ser rápidos. Eles têm 20 minutos para conseguir avançar para a próxima etapa e só assim mais da história é revelado. O espetáculo é dividido em três fases.

Classificação indicativa: 11 anos

Duração: 90 minutos

8/10, domingo, 11h
De Sol, de Céu e de Lua – Com o grupo Teca Teatro, o espetáculo é indicado para bebês e crianças de 6 meses a 6 anos e suas famílias. De sol, de céu e de lua segue firmemente o gênero lírico que, ao se encontrar com o dramático, está impregnado de nonsense, utilizado como importante recurso na desconstrução do discurso articulado, ampliando as possibilidades de leitura tanto para os espectadores da primeiríssima infância, quanto para os adultos, configurando-se num espetáculo para toda a família

Classificação indicativa: para bebês e crianças a partir de 6 meses

Duração: 40 minutos

12/10, quinta, 11h (feriado)
O Cordel de Maria Cin-DRAG-Rela – Versão nordestina do famoso conto infantil, que se propõe a discutir questões de gênero com o público infanto-juvenil. Maria Cindragrela vive no interior do Nordeste. Na sua casa vieram morar sua madrasta (Germana) com duas filhas do seu primeiro casamento: Anastácia e Griselda. O pai de Cindragrela morreu logo depois do casório e Cindragrela tornou-se escrava do lar. Ela tem três amigos bichos: o calango Tião, a galinha Januária e a cabrita Açucena, com quem divide suas tristezas e sonhos. Tudo muda, porém, quando o filho do Coronel Moura – o Coronelzinho – volta de sua vida de viajante aventureiro (muito a contragosto) para a casa do pai, que quer obrigá-lo a tomar conta dos negócios, que case com uma moça da redondeza e que lhe dê netos. Para tanto, organizou um forró no dia de sua chegada. Cindragrela não conseguiu terminar seus afazeres diários a tempo de arrumar sua roupa pra ir ao forró, mas ela contou com uma ajuda mágica: a Drag Madrinha, que a ajudou a chegar no forró e encantar o Coronelzinho, mas somente até meia-noite quando…

Classificação indicativa: 7 anos

Duração: 60 minutos

12/10, quinta, 15h (feriado)

Vilerê em Festa – encerramento do Festival fará homenagem a Adroaldo Ribeira Costa, com apresentação da Mostra de resultado de oficinas e show de encerramento com o espetáculo cênico musical Rock Family, da Banda Discoteca, que cobre período de quase 50 anos (desde os Beatles dos anos 60, e se demorando um pouco mais no Rock Brasil dos anos 80 e 90, chegando ao Indie de Tulipa Ruiz). O espetáculo é composto por blocos temáticos contrastantes, entremeados por cenas curtas pautadas pelo humor (às vezes ácido). A Banda Discoteca é a primeira incursão francamente musical do Grupo Teca Teatro, que em mais de uma década dedicada ao público infantojuvenil (desde bebês), traz além do casal que dirige artisticamente o grupo/banda, a sua filha Zizi Comin, que com 7 anos fez sua estreia profissional, neste espetáculo concebido com muito amor para contemplar os mais diversos arranjos familiares. Em “Rock in Family” as crianças se divertem com o astral do repertório e com a interação das atrizes-ator/cantores. Já os pais se divertem duplamente por estarem com suas crias, curtindo um ambiente musical tão seu.

Classificação indicativa: livre

Duração: 1h30 minutos

BATE-PAPO SOBRE ARTE E TECNOLOGIA

A 10ª edição do VILERÊ promove o bate-papo “Brincando com artes e tecnologias”, com a participação de Nelson Pretto, ativista, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia com pesquisa em internet, educação e cibercultura; Beth Rangel, gestora cultural e professora da Escola de Dança da UFBA; e Lynn Alves, professora da Universidade do Estado da Bahia que atua em pesquisas em jogos eletrônicos, interatividade e educação. A conversa, aberta ao público, acontece no Teatro Vila Velha, no dia 7 de outubro, sábado, às 14h.

EXPOSIÇÕES INTERATIVAS

O festival recebe duas exposições interativas, que permanecem abertas nos finais de semana, antes dos espetáculos do VILERÊ. Na área externa, pneus, elásticos e materiais reciclados são utilizados para construir grandes brinquedos, possibilitando o resgate do Passeio Público como um espaço de convivência e diversão coletiva. Já no foyer do teatro, a exposição tem como tema os cinco sentidos, que são estimulados a partir de diferentes experiências. As exposições são realizadas em parceria com o Centro Técnico do Teatro Castro Alves.

OFICINAS
Diversas oficinas acontecem abordando conexões entre as linguagens artísticas, a tecnologia e a cidade. São elas: “Teatro, Câmera, Ação!”, com Débora Landim, voltada para crianças de 5 a 12 anos; Oficina Musas de Grafitti Art com Bigod, para crianças acima de 8 anos; “Nossos Mundos no Minecraft”, com Leandro Correia, com turmas para crianças de 6 a 9 e adolescentes de 10 a 14; “Circo em Família”, com Luana Serrat, para crianças a partir de 5 anos junto às famílias; “Dança, brincadeira, brinquedos e tecnologia”, com Janahina Cavalcante, para crianças de 7 a 12 anos; e “Práticas Gamificadas para a infância”, com Victor Cayres e Marcelle Minho, para jovens a partir de 16 anos e adultos. Confira datas, horários, valores e compre ingressos antecipados no Sympla, ou vá ao site do Vila.



FotoAlessandraNohvais-
ES.CA_.PE_.-Foto-Rhuan-Cavalcante

Sancho-Pança-Divulgação-Foto-Luana-Tays
 
Sobre-O-Menino-que-Queria-Voar-Foto-Diney-Araujo
 
Pindorama-Foto-divulgação-
Rock-in-family_-foto-AlessandraNohvais





 
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