09/02/2021 às 14h43min - Atualizada em 09/02/2021 às 15h20min

E-commerce: estudo da Mastercard aponta que o mercado digital veio para ficar

Segundo estudos do mercado, lojas virtuais se fortaleceram durante o período da pandemia e parece que assim vão permanecer mesmo após a flexibilização das medidas de distanciamento. Público também mostra-se mais aberto a gastar mais durante suas compras online

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De acordo com o relatório Global Outlook 2021, promovido pela Mastercard, uma das maiores empresas do setor de pagamentos, grande parte das lojas que migraram suas atividades do físico para o digital em decorrência da pandemia deve permanecer dessa maneira mesmo após a chegada da vacina.

No total, a estimativa é de que 30% das lojas online criadas no período da pandemia mantenham suas atividades virtuais ativas. De acordo com o estudo, no período analisado, também pode ser observado um aumento de 10% a 16% nos gastos em comércios eletrônicos quando comparado a períodos anteriores à crise.

No mercado brasileiro, essa mudança já afeta a circulação de papel moeda, por exemplo. Essa pode ser uma importante mudança, já que as transações digitais tendem a ser mais seguras e reduzir custos de armazenamento do dinheiro.

O e-commerce veio para ficar

De acordo com João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil, o número de brasileiros que compraram mais durante a pandemia é de 46%, enquanto o número de pessoas que compraram pela primeira vez em um e-commerce chega a 7%. Segundo o especialista, o brasileiro mostra-se bastante receptivo às tecnologias aplicadas à compra, o que cria um ambiente propício ao crescimento do e-commerce no país.

"Essa mudança acelerada para o digital resultou no uso crescente de automação, nos conjuntos mais amplos de setores trabalhando em casa, e mais experiências sem contato", explica Paro Neto. E continua, ainda: "a transformação digital poderá permitir a inclusão financeira, melhorar as receitas fiscais e melhorar a produtividade das empresas."

O presidente da Mastercard alerta, no entanto, que o crescimento do segmento no país também depende dos projetos de estímulos fiscais por parte do governo. Segundo ele, "o estímulo expirado, especialmente no Brasil, é um risco iminente para 2021. A chegada das vacinas ao país pode ajudar no crescimento econômico, mas as reformas que poderiam impulsionar o crescimento no longo prazo podem ficar difíceis em 2021 em um ambiente político mais fragmentado".

Em um outro estudo promovido também pela Mastercard, dessa vez em parceria com a Americas Market Intelligence (AMI), o que fica evidente é que os brasileiros pretendem trabalhar em home-office com mais frequência: aproximadamente 32% dos entrevistados se manifestaram a favor da modalidade. Além disso, 38% também afirmam que desejam optar pelas transações digitais de seus bancos no lugar de realizar transações presenciais em alguma de suas agências.

Lojas virtuais abertas durante a pandemia

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), desde o início da pandemia, 135 mil lojas passaram a usar sites e outras plataformas digitais para vender seus produtos. Os itens a serem vendidos variam drasticamente, indo de produtos alimentícios, passando por itens de mercados e até mesmo cuecas. De acordo com a instituição, os setores de moda, alimentos e serviços são os que mais registraram número de aberturas durante o período analisado.



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