06/03/2021 às 11h52min - Atualizada em 06/03/2021 às 15h20min

Ricardo Vignini comemora 30 anos de carreira com convidados em lives do Projeto Reviola

O violeiro Ricardo Vignini celebra seus 30 anos de carreira em 6 lives com convidados no Projeto Reviola, contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

SALA DA NOTÍCIA Graciela Binaghi
www.ricardovignini.com.br
Foto: Rita Perran
No dia 20 de março de 2020 o violeiro Ricardo Vignini lançaria seu álbum Reviola no Sesc 24 de Maio, seu 19º álbum de carreira, o que era para ser uma data de celebração se tornou em um grande pesadelo pois foi exatamente nessa semana que o isolamento teve inicio devido a pandemia e não voltou mais ao que era “habitual”.
Isolado desde então Ricardo Vignini lançou em junho de 2020 o álbum Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo, gravado com Fernando Nunes no baixo e Ricardo Berti na bateria no dia 27 de novembro de 2019 e ainda em breve será lançado também um documentário sobre essa gravação. Ricardo não parou de produzir, e em dezembro de 2020 lançou mais um álbum, o Cubo totalmente concebido e elaborado durante o isolamento.

O Projeto Reviola contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, por meio da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério do Turismo do Governo Federal, com estreia marcada para dia 20 de março de 2021, aniversário de um ano da data que aconteceria o lançamento do álbum, contará com a maior parte dos músicos que fariam parte do show presencial.

As lives serão um apanhado das músicas do violeiro Ricardo Vignini, que neste ano de 2021 completa 30 anos de carreira. Com 6 apresentações transmitidas por seu canal www.youtube.com/ricardovignini  sempre às 18 horas, os espetáculos contam com Ricardo Vignini na viola, Fernando Nunes no baixo e a bateria de Ricardo Berti, e a cada fim de semana (sábado e domingo) o violeiro recebe músicos como Adriana Farias e Alzira E (20 e 21 de março), Socorro Lira e Uli (27 e 28 de março) e fechando as lives Zé Geraldo e Tuia ( 3 e 4 de abril).

Também nas comemorações dos seus 30 anos de carreira, Vignini prepara com financiamento coletivo (Catarse/Ricardo Vignini) o lançamento físico (apenas 500 cópias) dos 3 álbuns lançados em formato digital em 2020, “Reviola”, “Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo” e “Cubo” em um CD Triplo 30 Anos, com 32 músicas, e a edição limitada da versão física do livro “Ricardo Vignini - Viola Caipira | Partituras | Tablaturas”.


Reviola - Neste álbum o violeiro explora sua pesquisa relacionada à absorção de variados gêneros musicais para a linguagem da viola caipira. São 11 faixas autorais, algumas em parceria com compositores como André Geraissati, André Abujamra, Socorro Lira. Conta também com a participação de músicos do naipe de Lenine, Guarabyra, Zé Geraldo, e mais.

Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo - Esta obra surgiu de uma gravação ao vivo no estúdio Space Blues em São Paulo, documentado pelo cineasta Mário de Almeida, película ainda a ser lançada. Fernando Nunes encarrega-se do baixo e Ricardo Berti da bateria. Neste vigésimo álbum, Ricardo Vignini toca viola maciça, que resulta como uma guitarra.

Cubo - Foi concebido durante os meses de pandemia e teve apenas uma música gravada em estúdio. As restantes cada um dos catorze músicos gravou em seu estúdio. O trabalho, que contém 10 faixas, foi produzido, mixado e masterizado por Vignini. Há composições suas, e também de André Abujamra, Zé Ramalho, Socorro Lira, entre outros, e uma do compositor mexicano, já falecido, Lorenzo Barcelata. Ouvimos algumas releituras de músicas que não fazem parte do repertório tradicional violeiro, mas que soam bem no instrumento.

Como se percebe, será uma comemoração em alto estilo para os admiradores de todos os tipos de música, já que Ricardo Vignini flutua do rock ao blues, à música latina e à MPB. Uma celebração digna do talento maior de um artista que faz parte da elite do mundo musical brasileiro.



O crítico musical Júlio Maria em seu blog no jornal O Estado de São Paulo em 31 de dezembro de 2020 incluiu Ricardo Vignini em sua lista "meus melhores do ano". A respeito do mais recente trabalho de Ricardo, Cubo, Júlio o considerou "excelente", e escreveu no Estadão: "Não parece haver mais campos proibidos em que ele não possa pisar depois de tantas experiências", "...Cubo, uma coleção de temas que o colocam como um dos nomes de maior originalidade na música urbana instrumental", e ainda: "Uma a uma, suas escolhas rompem qualquer caminho proposto anteriormente para explorar um mundo novo em cada faixa".



Ricardo Vignini
Reviola
Ricardo Vignini, violas
Fernando Nunes, baixo
Ricardo Berti, bateria
Temporada online
Pelo canal do Ricardo Vignino no YouTube  (www.youtube.com/ricardovignini)

Participações: Adriana Farias e Alzira E
Sábado, 20 de março, às 18h
Domingo, 21 de março, às 18h

Participações: Socorro Lira e Uli
Sábado, 27 de março, às 18h
Domingo, 28 de março, às 18h

Participações: Zé Geraldo e Tuia
Sábado, 03 de abril, às 18h
Domingo, 04 de abril, às 18h


Sobre Ricardo Vignini

Nascido na cidade de São Paulo, o violeiro Ricardo Vignini, é membro fundador da banda Matuto Moderno (1999), pioneira na fusão de rock com música caipira, também faz parte do duo Moda de Rock com o violeiro Zé Helder, apresentando releituras de clássicos do rock, como canções de bandas como Led Zeppelin, Nirvana, Metallica, Rolling Stones e Queen.

Em 2010 lançou seu primeiro CD solo “Na Zoada do Arame”, depois vieram mais cinco; “Rebento” (2017), “Viola de Lata” (2019), “Reviola”, “Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo” e “Cubo” em 2020, dividiu o palco com artistas americanos como Bob Brozman – turnê brasileira em 2003 – e Woody Mann, em 2006 e 2008. Leciona viola caipira há 20 anos e produz CDs de vários artistas há mais de 10 anos. Vignini participou dos principais eventos sobre a viola no Brasil, obtendo grande repercussão nacional e internacional, se apresentou nos EUA, México, Canadá, Europa e América Latina.

Ao longo de sua trajetória Ricardo Vignini construiu uma discografia invejável, gravou 21 CDs, entre discos solo, com a banda Matuto Moderno, duo Moda de Rock, com o Índio Cachoeira, as bandas Mano Sinistra e Cheap Tequila, e Nós do Rock Rural, sem contar as inúmeras participações em projetos de outros músicos.

Entre gravações e apresentações também tocou com Lenine, Spok, Liminha, Zé Geraldo, Emmanuele Baldini, Pena Branca, Pepeu Gomes, Kiko Loureiro, André Abujamra, Robertinho de Recife, Ivan Vilela, Os Favoritos da Catira, Pereira da Viola, Carreiro, Socorro Lira, Katya Teixeira, Maria Dapaz, Edgard Scandurra, Lúcio Maia, Marcos Suzano, Macaco Bong, Golpe de Estado, Picassos Falsos, Levi Ramiro, Andreas Kisser, Tavito, Zé Geraldo, Guarabyra e Tuia. Gravou e produziu 3 CDs e um DVD do violeiro Índio Cachoeira.

É endorser da corda de viola americana D’Addario no Brasil, microfones Ehrlund, e violas Rozini, e proprietário do selo Folguedo, dedicado exclusivamente à música de viola.
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