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23/03/2021 às 17h53min - Atualizada em 24/03/2021 às 00h00min

Investimentos alternativos: mercado oferece opções que vão de eletrônicos a empreendimentos imobiliários

É possível aplicar o dinheiro em diferentes nichos do mercado, com rentabilidade que pode chegar até 14% ao ano

SALA DA NOTÍCIA Fabiane Faria
Oliver Press

Com as incertezas provocadas pela pandemia da Covid-19, as estratégias financeiras tiveram que ser repensadas, especialmente a busca por maior rentabilidade. A Selic, taxa básica de juros, que norteia a renda fixa, recentemente elevada a 2,75%, chegou a 2% em agosto de 2020, seu menor patamar histórico. Portanto, outras possibilidades de investir ganharam de vez a atenção dos brasileiros no último ano, que vão além da tradicional Poupança.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o volume financeiro das pessoas físicas em investimentos cresceu 13,4% em 2020, chegando a R$3,7 trilhões, considerado o maior da série histórica. Além disso, a instituição destacou que, apenas no ano passado, a entrada de pessoas físicas na Bolsa de Valores (B3) foi de 1,5 milhão.

Outra recente pesquisa, realizada pela NZN Intelligence, revela que 80% dos entrevistados começaram algum tipo de investimento em 2020. O cenário de pandemia e o movimento de pessoas físicas para o mercado financeiro foram fatores decisivos para 34%, enquanto 30% justificaram consumir mais conteúdos sobre o assunto. 

No entanto, é preciso saber onde, quando e quanto aplicar com assertividade, pois existem diversos tipos de investimentos no mercado. Confira algumas opções:

Produtos eletrônicos
A Allugator Invest é uma plataforma de investimentos da startup de assinatura de eletrônicos Allugator, na qual os investidores podem financiar a aquisição de smartphones disponíveis no site da Allugator. Os títulos oferecem rentabilidade que varia entre 8% e 14% ao ano, e o aporte mínimo é de R$ 20 mil. Mensalmente, são disponibilizados até dois lotes com condições diferenciadas. Já são mais de R$ 7 milhões captados ao longo de 2020 e 1.500 investidores.

Crowdfunding imobiliário
A INCO Investimentos, fintech do setor imobiliário, quer democratizar a área de investimentos ao oferecer soluções financeiras que empoderam as pessoas. Fundada em 2018, a startup vem conectando investidores “comuns” ao mercado de crowdfunding imobiliário, com arrecadações a partir de mil reais e rendimentos que podem chegar a 13% ano a ano, muito acima da média da poupança, de 1,4% e do CDI, de 1,9%. Com mais de 50 projetos em carteira, a INCO já captou mais de R$50 milhões desde o lançamento da primeira rodada de investimentos, em 2018, tendo os próprios fundadores como investidores de todos os projetos.

Investimento de patrimônio a longo prazo
Com mais de 178 mil clientes ativos, a Embracon, uma das principais administradoras independentes de consórcio do mercado, registrou crescimento de 36% no consórcio de imóveis durante a pandemia, por conta da busca do consumidor por melhor qualidade de vida devido ao trabalho remoto. “O consórcio possibilita um caminho alternativo diante da alta da inflação e baixa da taxa básica de juros [Selic], que norteia a renda fixa hoje e quase não remunera. A grande maioria dos clientes nos procura com o objetivo de realizar o sonho [da casa própria, do carro], porém, 18% do nosso público já tem perfil investidor, comprando imóvel para alugar, criando uma fonte de renda”, explica Luís Toscano, vice-presidente de negócios da Embracon.

Já o UP Consórcios, fintech da Embracon, oferece um modelo de negócio diferente do consórcio tradicional: é 100% digital, não cobra nenhuma taxa até a contemplação da cota, com isenção da taxa de adesão, do fundo reserva e, ainda, recompra garantida da carta contemplada. Além disso, foi criado para atrair o público mais jovem (25 a 35 anos). “Num país onde o povo é carente de educação financeira, o sistema de consórcios faz esse papel, pois fomenta o planejamento, conscientiza sobre a importância de controlar as compras por impulso, evitando endividamento excessivo, e estimula a pessoa a somente assumir compromissos na aquisição de bens ou na contratação de serviços que esteja dentro da sua capacidade financeira”, diz Lorelay Lopes, head de Negócios do UP Consórcios.

Consolidação de investimentos
No aplicativo Kinvo é possível cadastrar investimentos de bancos e corretoras, consolidando a carteira para acompanhamento de forma prática e simples. A partir do indicador CDI (Certificados de Depósito Interbancário) e índice de relação, como Poupança, Ibovespa, IPCA ou IFIX, o app traz a rentabilidade conforme variação do mercado financeiro, que é atualizada de 30 em 30 minutos, além de enviar notificações sobre pagamento de proventos e títulos que estão para vencer. Usuários do serviço premium podem cadastrar ativos no exterior (EUA), como ações/Stocks, BDRs, ADRs, FIIs e REITs. O Kinvo está disponível gratuitamente para download nas lojas Play Store (android) e App Store (iPhone).




 
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