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04/02/2019 às 10h41min - Atualizada em 29/03/2019 às 21h12min

Hospital infantil de Teresina, no Piauí, será construído através de PPP, reporta Felipe Montoro Jens

Segundo o diretor do atual Hospital Infantil Lucídio Portela, Vinícius Pontes, a Parceria Público-Privada vem para facilitar a gestão e também melhorar a prestação dos serviços, bem como a saúde pediátrica do Piauí.

DINO - http://www.felipemontorojens.com.br
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Está entre os planos do novo governo do Estado do Piauí a construção de um Hospital Infantil, por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), em Teresina, capital do Estado. Quem confirmou a informação foi o diretor do atual Hospital Infantil Lucídio Portela (que será reformado), Vinícius Pontes, em entrevista à TV Cidade Verde, no último dia 8 de janeiro, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

"Nós temos trabalhado no novo projeto do hospital, que vai facilitar a gestão. Você tem um investimento que promove a construção mais rápida da estrutura física com recurso privado. A administração privada também passa a controlar o que se chama de bata cinza — que são as não funções fins. Já as funções fins — que são a parte médica, farmácia e nutrição continuam com a Administração Pública, mas que facilitam e acredito que isso dará uma celeridade maior para criação do novo hospital", explicou Pontes.

O diretor esclareceu também que o atual hospital infantil será reformado, mesmo a PPP para a construção do novo prédio. "A gente não pode parar os serviços de saúde nesse momento, sonhando na construção desse novo. Tem que ser em conjunto", disse ele.

Novidade

Felipe Montoro Jens destaca que, para o novo hospital infantil em Teresina, a grande novidade é a ampliação do atendimento para jovens de até 18 anos de idade. De acordo com Vinícius Pontes, o Hospital Lucídio Portela, atualmente, atende jovens até 16 anos de idade — "Então as crianças que têm entre 16 anos e 18 anos, na nossa rede hoje do Estado e Município, ficam desassistidas. Com a criação do novo projeto da PPP, a gente passa a ser infanto-juvenil", afirmou Pontes.
Em entrevista ao Jornal do Piauí, o diretor avaliou positivamente o projeto de Parceria Pública Privada do governo do Estado para administrar o novo hospital. Segundo ele, a PPP vem para facilitar a gestão e também melhorar a prestação dos serviços e a saúde pediátrica do Piauí.

Sobre a reforma no Lucídio Portela

O especialista Felipe Montoro Jens recorda que, em dezembro, o Ministério Público do Estado piauiense expediu uma recomendação à Vinícius Pontes, bem como à presidente da Fundação Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiser), Natália Monteiro, e ao secretário estadual de saúde, Florentino Neto, exigindo melhorias no Hospital Infantil Lucídio Portela.

A medida foi tomada após uma vistoria no hospital pediátrico, feita pelo Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), representado pela fiscal, Dr.ª Amparo Castro; junto com o Conselho Regional de Farmácia (CRF-PI), representado pelos fiscais Carlos Furlan e Marcos Aurélio; e com o Promotor de Justiça, Dr. Eny Marques Vieira Pontes, responsável pela 12ª Promotoria de Justiça de Teresina.

A inspeção, realizada no dia 18 de dezembro, constatou irregularidades tanto na estrutura quanto na organização e funcionamento do Hospital Infantil. Os setores visitados foram os de enfermagem, farmácia, almoxarifado, Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Triagem Neonatal e laboratórios. A falta de medicamentos e insumos, estrutura física precária, equipamentos encontrados em locais não permitidos, gessos quebrados e fiação exposta, foram alguns dos problemas encontrados pontua Felipe Montoro Jens.

Dentre as recomendações do Ministério Público, estavam a mudança do local de repouso dos pais dos pacientes da UTI e a mudança do local de triagem; a retirada de móveis das áreas que deveriam estar livre de circulação; o concerto dos ares-condicionados ou aquisição de aparelhos novos para a climatização das enfermarias; a retirada da fiação elétrica exposta; a restauração ou aquisição de mesas, camas, macas e portas enferrujadas; a substituição de colchões desgastados; licença sanitária atualizada; laudo atualizado da qualidade da água; sistema eficiente e transparente de controle e dispensação de medicamentos; e limpeza geral de todo o hospital.

Também foram exigidas a impermeabilização e reparo do teto e forro do prédio; a troca de cerâmicas; uma nova pintura, reparo no piso; e concerto nas rachaduras das paredes. Além da reserva técnica para combate à incêndios; sistema para tratamento de dejetos com laudo emitido por órgão competente; e a adequação dos banheiros às normas de acessibilidade.

Vale ressaltar que projeto do prédio Hospital Infantil Lucídio Portela é datado do ano de 1947. Ele foi inaugurado em 1951, e foram poucas as reformas feitas desde então. Isso significa que a estrutura física em uso do hospital é praticamente a mesma de cerca de 70 anos atrás, reporta e finaliza o especialista em infraestrutura Felipe Montoro Jens.



Website: http://www.felipemontorojens.com.br
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