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20/08/2019 às 11h14min - Atualizada em 20/08/2019 às 11h21min

Sociedade Paulista de Reumatologia alerta sobre dificuldade de acesso de pacientes reumatológicos ao SUS

O acesso do paciente reumatológico ao SUS enfrenta sérias dificuldades por desconhecimento da especialidade pelos próprios profissionais de saúde e pela falta de reumatologistas no Sistema Único de Saúde.

DINO
https://www.reumatologiasp.com.br/
Dificuldades de locomoção

A Sociedade Paulista de Reumatologia constatou que o acesso ao reumatologista pelo SUS é um processo complicado e demorado por falta de conhecimento da especialidade pelo paciente, pelos próprios profissionais do SUS e pela falta de especialistas. O desconhecimento da especialidade vem ocasionando encaminhamentos errôneos e a cronificação de doenças reumatológicas com sequelas irreversíveis

Segundo o presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Rubens Bonfiglioli, quando o paciente com doença reumática finalmente consegue o acesso e o tratamento, existe grande dificuldade de se conseguir o medicamento pelo SUS. "Temos remédios caros para a maioria da população, e nem sempre nossos pacientes têm conseguido. Ou, por muitas vezes, o paciente fica um período sem o remédio. O resultado é a piora da doença", destaca Bonfiglioli.

Em São Paulo, o acesso ao SUS normalmente se dá por consulta ao clínico geral e, dependendo dos sintomas, o próprio clínico acaba encaminhando ao ortopedista, quando na verdade, o encaminhamento deveria ser ao reumatologista. Este erro de encaminhamento acontece em casos de Espondilite anquilosante, mas também pode acontecer na artrite reumatoide e em outras doenças reumáticas. Em casos de encaminhamento correto, por vezes, o atendente do SUS tem dificuldade de localizar um reumatologista com agenda disponível.

"Existe uma grande dificuldade de a população e os próprios profissionais do SUS entenderem a especialidade. Isso acaba tornando o encaminhamento difícil ", alerta o presidente da SPR.

O coordenador da ONG Superando o Lúpus, Carlos Eduardo Danile vicius Tenório, confirma o problema. E relata uma recente pesquisa realizada pela entidade, que detectou que o paciente em São Paulo demora cerca de 4 anos para chegar ao reumatologista e a média, a nível Brasil, é de 5 anos. Ele próprio foi vítima desse descompasso do SUS, quando chegou à especialidade correta, depois de 19 anos, sua doença já havia cronificado e ele perdeu os movimentos das pernas.

Falta de medicamentos

Quando o paciente finalmente consegue o acesso e inicia o tratamento, muitas vezes ainda enfrenta a falta de medicamentos.
A falta de remédios no SUS é periódica e sazonal. Recentemente faltou o Etanercepte, por conta de que antes só existia este, que é o original. E agora existe o biossimilar. Ainda está faltando o Tofacitinibe, entre outros biológicos.

Quando procurar um reumatologista?

Qualquer dor articular ou de membros ou coluna vertebral deveria ser visto por um reumatologista, que é o profissional clinico do aparelho locomotor



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